terça-feira, 28 de agosto de 2012

Abertura da V Semana Social Brasileira (SSB) na Diocese


     Com a presença de mais de 120 pessoas teve início nesta segunda-feira (27/08)  a V Semana Social Brasileira na Diocese de Guarabira. A abertura foi feita no Auditório do Campus III da UEPB-Guarabira com um Seminário no qual foi discutido o tema desta Semana Social: “Estado: para que e para quem”. Após a palavra de abertura do Vigário-Geral da Diocese, Pe. José André, o coral formado por mais de 40 crianças do Projeto Mais Educação desenvolvido no Bairro do Mutirão – Coralito Raio de Luz – fez uma apresentação de diversas canções. A seguir o Pe. João Bosco apresentou um breve histórico acerca das edições anteriores da Semana Social e fez a apresentação das assessoras do Seminário: Profª Nazaré Zenaide (membro do Conselho Estadual dos Direitos Humanos e docente da UFPB) e a Profª Valdênia Paulino (também participante do Conselho Estadual dos Direitos Humanos, professora da UFPB e integrante da Ouvidoria de Polícia do Estado).
     As assessoras apresentaram um histórico sobre a formação do Estado brasileiro e expuseram os poderes que constituem um Estado (Poder Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Sociedade Civil) e a necessidade que temos de promover uma participação efetiva de todos os cidadãos e de criar espaços que possibilitem essa participação. Uma das assessoras enfatizou a pseudo “independência” existente entre os poderes que formam o Estado (especialmente a dependência percebida entre os poderes executivo, legislativo e judiciário). Além de criar espaços de participação, as assessoras mostraram também a necessidade de uma profunda conscientização acerca do como participar efetivamente em uma sociedade que se diz democrática, mas cuja democracia está sendo reduzida quase que exclusivamente ao voto.
     Os trabalhos do Seminário foram encerrados após um debate acerca do como atuam os poderes constitutivos do atual Estado brasileiro e, feitos os devidos agradecimentos às duas assessoras que com brilhante desenvoltura conduziram  a exposição e o debate, o Pe. José André apresentou a programação a ser realizada durante a semana e encerrou o Seminário com a oração do Pai-Nosso.






sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Buscando compreender o que é Liturgia


O que é celebrar?

Celebrar significa tornar célebre, dar importância, festejar em massa, realizar uma ação solene, honrar, exaltar, cercar de cuidado e de estima. O ser humano é naturalmente celebrativo. As pessoas se reúnem para celebrar aniversários, conquistas, promoção a novo emprego ou função, aprovação no vestibular, formatura, vitórias esportivas, etc.
Os povos de todos os tempos e culturas possuíam e possuem ritos festivos para celebrar momentos centrais da vida. Muitas dessas celebrações são ritos religiosos ligados ao nascimento, adolescência, casamento, enfermidade, morte, etc.
Sabemos, por meio da Escritura que Deus criou o ser humano e não cessa de vir ao seu encontro, mesmo depois do pecado. Constitui para si um povo – o povo de Israel – e firma uma aliança com ele. Na aliança Deus propõe ao povo certos deveres e, em troca, promete caminhar com ele, socorrê-lo e libertá-lo. Promete e cumpre.
O povo, por sua vez, volta-se para Deus e, não obstante muitas dificuldades, lhe dá uma resposta de amor, acolhendo e observando suas leis.
O povo de Israel encontra modos de celebrar essa presença divina, ativa e libertadora. Vai ao templo para ouvir os ensinamentos da Escritura e para prestar culto a Deus. Reúne-se em assembléia na sinagoga (casa de oração e instrução) onde lê e medita a Palavra de Deus, canta salmos, ora suplicando, ora bendizendo ao Deus fiel e solidário.
Como percebemos, na celebração litúrgica dá-se o movimento de cima para baixo: Deus se entrega como dom ao povo; e o movimento de baixo para cima: o povo acolhe o dom de Deus, que é misericórdia, perdão e amor, e por isso fica feliz e cheio de gratidão. A gratidão provoca o louvor e então o povo canta as maravilhas do Senhor.

O que é a liturgia cristã???

Continuaremos depois.... aguarde.

sábado, 18 de agosto de 2012

Sacerdócio: 50 anos e 1000ª Missa

1996-2002: Araruna

Na última quarta-feira, 15 de agosto, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, o Pe. Marinaldo celebrou agradecido a milésima missa desde sua ordenação presbiteral ocorrida aos 12 de dezembro de 2009 na Catedral N. Sra. da Luz. 

Na Santa Missa o sacerdote encontra-se com o Cristo que se imola e que convida o sacerdote a também se oferecer ao Pai em favor da humanidade, pois como afirmou o saudoso Papa João Paulo II em uma de suas últimas mensagens do dia de Quinta-feira Santa dirigidas a todos os padres do mundo “as palavras da consagração proferidas pelo sacerdote na verdade são um projeto e um estilo de vida do presbítero. Aquelas palavras devem não somente ser pronunciadas, mas vividas no cotidiano do serviço ministerial tendo em vista que o sacerdote é ‘alter Christus’ (outro Cristo) e age ‘in persona Christi’ (na pessoa de Cristo)”. 

Notícia também relacionado ao sacerdócio é a celebração dos 50 anos de ordenação sacerdotal de Pe. Cristiano Muffler que acontecerá neste domingo, 19 de agosto às 16h00 em Santa Fé de Arara-PB. Várias paróquias e comunidades de nossa Diocese estão se organizando em caravanas para participarem deste momento festivo e de louvor por tantos serviços prestados pelo Pe. Cristiano nas diversas paróquias/comunidades onde ele trabalhou desde que chegou ao Brasil e de modo especial à nossa região do Brejo. Agradeçamos ao bom Deus esse grande presente que Ele nos concedeu.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A vida de um santo pela vida de um pai

Nesta Semana Nacional da Família celebramos ontem, terça-feira 14/08, a memória de SÃO MAXIMILIANO MARIA KOLBE,  que tornou-se mártir ao se entregar para ser morto no lugar de um pai de família. conheçamos um pouco mais da vida deste "patrono de nosso difícil tempo" como o chamou o Papa João Paulo II.


Maximiliano nasceu na Polônia em 1984. Consagrou-se ao Senhor na família franciscana e era grande devoto da Virgem Maria, tanto que fundou a "Milícia da Imaculada"  e desenvolveu através da palavra e dos seus escritos, intenso apostolado missionário.
Com o início da Segunda Grande Guerra Mundial, a Polônia foi tomada por nazistas e, com isso, Frei Maximiliano foi preso duas vezes, sendo que a prisão definitiva, ocorrida em 1941, levou-o para Varsóvia e, posteriormente, para o campo de concentração de Auschwitz, onde no campo de extermínio heroicamente evangelizou com a vida e morte. 

Aconteceu que diante da fuga de um prisioneiro, dez pagariam com a morte, sendo que um, desesperadamente caiu em prantos: "Minha mulher, meus filhos! Não os tornarei a ver!". Movido pelo amor que vence a morte e que faz ser "forte o que morre, mas não admite matar", Maximiliano Kolbe dirigiu-se ao oficial com a decisão própria de um mártir da caridade e da família e pediu para substituir o pai de família - seu companheiro de prisão -  e ajudar a morrer os outros nove prisioneiros e seu pedido foi aceito porque ele se identificou: "Sou um padre católico". Ele morreu de fome aos 14 de agosto de 1941. 

O Papa João Paulo II canonizou Maximiliano Maria Kolbe, seu compatriota, em 10 de outubro de 1982.
Que Sao Maximiliano interceda por nossas famílias.